No Valor Econômico, Guilherme Reisdorfer analisa os reflexos jurídicos das novas medidas para o frete rodoviário

Sócio da prática de Licitações e Gestão Contratual do Vernalha Pereira alerta que sanções mais severas anunciadas pelo Ministério dos Transportes podem elevar a judicialização no setor

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Para conter a insatisfação dos caminhoneiros com a alta do diesel e garantir o cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário, o governo federal anunciou que adotará medidas mais rígidas contra empresas que descumprirem a tabela, incluindo o impedimento de contratação e a suspensão do registro de transporte.

A fiscalização, que passará a ser feita eletronicamente pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), visa coibir uma prática considerada recorrente pelo Ministério dos Transportes. No entanto, o endurecimento das regras acende um alerta no mercado sobre os seus desdobramentos práticos e jurídicos.

Em reportagem sobre o tema, Guilherme Reisdorfer, sócio da prática de Licitações e Gestão Contratual do Vernalha Pereira e Doutor em Direito do Estado pela USP, avaliou os impactos do anúncio. Para o especialista, a tentativa do governo de equilibrar as demandas da categoria e os custos logísticos pode gerar efeitos imediatos e aumentar a judicialização.

“A aplicação de sanções como o cancelamento do registro para transporte é uma medida extrema que deve observar o devido processo legal. Será fundamental observar a garantia do direito à ampla defesa antes da aplicação das sanções e das medidas cautelares que o ministro destacou”, explicou o especialista, reforçando que a nova abordagem exigirá cautela das autoridades competentes.

Confira a matéria completa em: Renan Filho promete ações para conter frete rodoviário [+]

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