O leilão de repactuação do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, terminou com a vitória da operadora espanhola Aena. O resultado, que superou as expectativas iniciais de arrecadação do governo, reflete o acerto na reestruturação do modelo de concessão do terminal.
O assunto foi destaque em reportagens publicadas por Veja, O Globo e InfoMoney, que debateram o cenário econômico do projeto e o desafio da nova concessionária de consolidar o Galeão como um hub internacional competitivo.
Fernando Vernalha, sócio-fundador do Vernalha Pereira e Doutor em Direito do Estado, foi uma das fontes ouvidas pelos veículos para analisar o tema. Para o advogado, as atualizações no contrato foram determinantes para a competitividade do conflito.
“A saída da Infraero da composição acionária da concessionária, mudanças no caderno dos encargos como a exclusão da obrigação de construção de nova pista, e uma série de atualizações regulatórias relevantes, especialmente no sistema de pagamento de outorga, contribuíram para isso”, explicou Vernalha. Ele destacou ainda que esses ajustes eram essenciais para atualizar a concessão e torná-la viável economicamente.
O objetivo dessas reportagens é projetar o futuro do terminal carioca sob a gestão da operadora que agora se consolida como a maior do país em número de aeroportos.
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