O governo federal reduziu a previsão de leilões de rodovias para 2026, caindo de 14 para 10 licitações, em meio a dificuldades para destravar os chamados “contratos estressados”, que são projetos antigos que precisaram passar por repactuação. Os desafios incluem o acúmulo de projetos na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e acordos frustrados no TCU (Tribunal de Contas da União).
A mudança no cronograma foi destaque na Folha de S.Paulo, em matéria que contou com a avaliação de Fernando Vernalha, advogado especialista em infraestrutura. Ele explicou que um dos principais gargalos para o avanço das concessões é a limitação da capacidade operacional da ANTT, destacando que o órgão regulador está sobrecarregado e não consegue realizar, de forma simultânea, novas contratações, otimizações e o monitoramento dos projetos em andamento.
“A agência enfrenta circunstancialmente um problema de limitação da sua capacidade operacional, fruto dos cortes orçamentários, dos contingenciamentos que houve neste ano e nos anos anteriores. A gente sabia que isso ia acontecer”, afirmou Vernalha à publicação.
Confira a matéria na íntegra: Governo Lula reduz previsão de leilões de rodovias em meio a entrave em repactuações




