O ano em que continuamos em movimento quando quase tudo parou

Em meio à pandemia do Covid-19, o Vernalha Guimarães e Pereira continuou atendendo seus clientes de forma digital
Luiz-André-Velasques-Tomaz

Luiz André Velasques

Head de Comunicação e Marketing

Michele Camilo (2)

Laura Hoffmann Weiss

Analista de Comunicação e Marketing

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Em março de 2020, vimos o Brasil e o mundo praticamente parar. A grave doença respiratória descoberta na China já havia alcançado todos os continentes. Foi, então, que a Organização Mundial da Saúde declarou o Covid-19 como pandemia, trazendo diversas mudanças inesperadas e emergenciais. Consequentemente, empresas de todas as áreas e portes tiveram que restringir ou paralisar o atendimento.

No ano em que completa 20 anos, o Vernalha Pereira viu o mundo mudar e decidiu se adaptar. Não poderíamos parar. Hoje estamos completando quase dois meses de isolamento social, pois no início de março todos os colaboradores do escritório foram orientados a trabalhar em suas casas. O conceito de home office foi uma grande novidade para a maioria dos brasileiros, principalmente para advogados e órgãos jurídicos. A adaptação foi rápida e precisa.

“Não paramos. Estávamos preparados para atuar de forma remota. Em poucos dias, produzimos um e-book sobre aspectos jurídicos do Covid-19. Não paramos. As reuniões seguiram. As dúvidas foram respondidas. Os prazos judicias foram suspensos, mas os advogados se anteciparam. Não paramos. O VGP não parou, nem por um minuto, de cumprir a missão de atender bem todos os clientes”, conta o sócio-fundador do escritório, Luiz Fernando Casagrande Pereira.

Contando com uma estrutura de tecnologia robusta e segura, os colaboradores do VGP mantiveram suas atividades mesmo à distância. Com a criação deste novo modelo de escritório, nosso atendimento se tornou digital, mas se manteve rápido, seguro e eficiente. Foram muitas horas trabalhadas, diversas peças elaboradas, publicações recebidas, liminares obtidas e artigos produzidos.

E o VGP não foi o único a se adaptar em sua rede de stakeholders. “Desde que o isolamento social foi recomendado para mitigar a propagação da Covid-19, ocorreram muitas transformações nas relações de trabalho. Muitas empresas adotaram o home office e trocaram reuniões físicas por videoconferências. No caso de empresas de serviços essenciais, que não podem ter atividades presenciais suspensas, as equipes foram reduzidas e submetidas a rodízio, a escalonamento e ao uso de máscaras e álcool em gel, além do reforço de higienização dos locais de trabalho”, afirma a sócia da área de Direito do Trabalho, Maria Fernanda Sbrissia.

O futuro dos negócios dependerá da orientação e da assessoria de bons profissionais. Em contato direto com empresas nacionais e internacionais, a sócia da área de Infraestrutura e Projetos, Angélica Petian, reconhece o momento de incertezas que a sociedade empresarial vem enfrentando. “Os clientes estão inseguros em relação à situação futura e, embora haja demanda, dada a instabilidade das relações jurídicas diante da pandemia, há grande receio em contratar serviços, em vista da possível queda de receita ou de fluxo de caixa que as empresas sofrerão”.

Sabendo da força e da necessidade de instruções jurídicas durante este período, os advogados e sócios do Vernalha Pereira escreveram conteúdos exclusivos sobre o Covid-19. Artigos e insights focados em manter clientes e parceiros bem informados e orientados durante a pandemia.

A legislação também passou por diversas alterações neste período. O sócio da área de Healthcare e Life Sciences, Silvio Guidi, reconhece a importância da continuidade do trabalho. “O Brasil é um país de incertezas, mesmo em tempos de normalidade. O papel do advogado, nesse cenário, tem a função de diminuir o impacto dessas incertezas no dia a dia do cliente. Em tempo de extrema anormalidade, as incertezas não só dificultam a operação do cliente, podendo, com grandes chances, inviabilizá-la definitivamente. A função do Vernalha Pereira, diante disso, ganha absurda relevância. Está-se a falar em ser instrumento que, ao apoiar o cliente nesse cenário extraordinário, consegue ajudá-lo a se manter firme e até a se reinventar. É mais, portanto, do que manter o cliente atualizado da mudança na legislação. É compreender o impacto dessa mudança no negócio, orientando e assessorando nas tomadas de decisão”.

Assim como o período de isolamento social e home office trouxe diversas dificuldades e adaptações para a sociedade, o pós-pandemia também trará desafios. O VGP está se preparando para o futuro. Os colaboradores do escritório continuarão fazendo uso das principais ferramentas tecnológicas no cotidiano. “A tecnologia trouxe proximidade com os clientes e com a equipe. Antes, postergávamos reuniões e conversas em busca da data e local ideal. Agora, em questão de segundos, temos uma sala pronta e todos a postos. Por mais contraditório que pareça, com o isolamento social, aumentamos o grau de interação com os clientes”, conta a sócia da área de Contratos e Estruturação de Negócios, Dayana Dallabrida, sobre sua experiência.

Para Fernando Vernalha, sócio-fundador do Vernalha Pereira, o pós-pandemia ainda se ressentirá de seus efeitos econômicos, que se estenderão por um bom tempo. Isso exigirá muita resiliência do mercado e provocará mudanças relevantes nas atividades empresariais. “E como já diria Renato Russo, ‘o futuro não é mais como era antigamente’. Novos problemas surgirão, desafiando as concepções jurídicas tradicionais. Isso exigirá dos advogados capacidade de inovar e de criar as soluções para os novos desafios. O Vernalha Pereira vem se preparando para isso. Estamos apontados para o futuro”.

A ideia é não parar de produzir; não parar de atualizar. Vernalha Pereira está pronto para superar mais um desafio ao seu lado.

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