O Governo Federal lançou o Plano Nacional de Logística (PNL) 2050, que prevê R$ 1,225 trilhão em aportes para infraestrutura nas próximas duas décadas. Considerando as restrições orçamentárias públicas, a projeção é que a maior parte desse montante, cerca de R$ 734,4 bilhões, seja proveniente de investimentos da iniciativa privada. O plano tem entre suas prioridades o estímulo à intermodalidade, buscando reduzir custos, tempo de deslocamento e emissões.
O novo plano foi destaque no Valor Econômico, em matéria que contou com a avaliação de Fernando Vernalha, sócio-fundador do Vernalha Pereira e Doutor em Direito do Estado. O advogado explicou que as concessões, PPPs e outros arranjos com o capital privado deixaram de ser instrumentos complementares e assumiram uma posição central na estratégia de modernização do setor.
O especialista alertou, porém, que a atração desse volume de recursos exige planejamento de longo prazo e estabilidade regulatória. “O desafio é transformar as diretrizes do plano em projetos efetivamente financiáveis e passíveis de serem concedidos ao setor privado”, afirmou à publicação.
Confira a matéria na íntegra: Plano de logística prevê R$ 1,2 tri e peso privado maior




